Em entrevista, o secretário de Justiça e Direitos Humanos do Estado da Bahia, Felipe Freitas (Foto: Luiz Santos), falou sobre como tem sido o Carnaval para a sua pasta até gora. Segundo ele, são ao todo 200 profissionais e mais 20 instituições envolvidas no trabalho. Verificou-se ainda temas preocupantes, como crianças e adolescentes na festa, sendo que foi visto crianças em situação de trabalho infantil e sendo exploradas.
Outro problema tem sido a falta de acessibilidade. Notou-se que em alguns camarotes havia a falta de acessibilidade e a Secretaria busca, junto aos mesmos, a solução desse problema. “Estamos dialogando com esses camarotes para que eles reparem esse tipo de violação de direitos garantido pela Lei de Acessibilidade e garantam melhores condições de circulação de pessoas com deficiência”, explica.
A preocupação ainda está voltada para quem trabalha na festa como cordeiros, ambulantes e catadores. As pessoas estão comemorando alimentação, espaços de acolhimento, tendo acesso a banho e a atendimento psicológico”.
Para quem quer fazer alguma denúncia, basta ligar para o Disque 100 que a denúncia será rapidamente destinada para a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos.



