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João Roma vê ato na Paulista como passo para unir direita em 2026

O presidente do PL na Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma (Foto: Divulgação), avaliou como um passo importante para a unidade da direita nas eleições de 2026 a manifestação realizada no fim de semana, na Avenida Paulista, em São Paulo. O ato, convocado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, reuniu centenas de milhares de pessoas e contou com a presença de oito governadores, além de senadores, deputados federais e estaduais, em defesa do movimento “Anistia Já”, que pede a libertação dos presos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023.

Em entrevista à rádio Mix FM, de Salvador, ontem, Roma afirmou que, embora Jair Bolsonaro esteja atualmente inelegível, ele segue sendo o nome prioritário do PL para a corrida presidencial de 2026. No entanto, reconheceu que há outros nomes no campo da direita que podem disputar o pleito. Entre os possíveis candidatos, o ex-ministro citou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Por outro lado, apontou que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, apesar de bem posicionada nas pesquisas, deve concorrer ao Senado por Brasília.

Sobre o movimento “Anistia Já”, Roma destacou que a mobilização liderada por Bolsonaro tem ganhado apoio popular. “A população brasileira está se indignando com as exageradas punições e a justiça seletiva, que condena a 14 anos de prisão uma mãe porque usou um batom para fazer uma pichação num monumento, enquanto criminosos perigosos estão soltos”, afirmou.

Impactos

O dirigente do PL baiano alertou ainda para os impactos que esse cenário pode causar no ambiente institucional e econômico do país. “A aplicação de dois pesos e duas medidas cria uma insegurança jurídica que afeta a economia e a confiança dos investidores. A justiça não pode ser um instrumento de vingança”, criticou.

Na entrevista, Roma também voltou a defender a união das oposições na Bahia para enfrentar o PT nas eleições municipais de 2026. Segundo ele, após duas décadas no poder, os governos petistas “enterram o estado no atraso”. “Só fizeram elevar impostos, e os indicadores sociais baianos estão entre os piores do país”, disse. Ele também criticou o governo Lula, apontando uma queda de popularidade atribuída, segundo ele, à insatisfação com os rumos da economia e à falta de entrega das promessas de campanha.

Fonte: Tribuna da Bahia

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