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Wagner ironiza críticas à Ponte Salvador-Itaparica e chama reação da oposição de “desespero”

O senador Jaques Wagner (PT) rebateu, nesta quinta-feira (3), às críticas da oposição ao andamento das obras da Ponte Salvador-Itaparica e afirmou que os adversários políticos estariam incomodados com o avanço do projeto. A declaração foi dada durante cerimônia em que o governador Jerônimo Rodrigues (PT) autorizou um pacote de investimentos para diversos municípios baianos, com ações nas áreas de educação, saúde, infraestrutura, desenvolvimento urbano e abastecimento de água.

Ao comentar as críticas sobre o empreendimento, Wagner afirmou que a construção da ponte já é uma realidade, assim como outras obras de mobilidade realizadas pelos governos petistas na Bahia, e atribuiu as manifestações da oposição ao avanço efetivo da execução do projeto.

“Eu acho que eles estão nervosos de ver que a ponte virou uma realidade. Como o metrô virou uma realidade, o VLT virou uma realidade. Alguém que não conseguiu tocar o metrô, com mais de 30 anos de ficar aqui, vem reclamar. É uma obra grande, teve Covid pelo meio, mas anteontem, com a presença do presidente Lula, começou a ponte de apoio para, a partir dela, fazer a construção”, disse Wagner. 

“O que eles estão nervosos é que o pilar está sendo colocado, as obras estão avançando, e a ponte vai calar a boca de quem não acreditava na realidade importante que ela será para a Bahia. Para mim, isso é desespero”, acrescentou.

2 de Julho

O senador também comentou o clima político observado durante o desfile cívico do 2 de Julho, marcado por manifestações de apoio e críticas direcionadas a lideranças governistas e da oposição.

Na avaliação do senador, a polarização faz parte do contexto eleitoral e tende a se intensificar em anos de disputa, mas não diminui a relevância histórica da celebração da Independência da Bahia.

“O Dois de Julho, em ano eleitoral, sempre fica uma guerra de torcidas. É natural. Uma vaia daqui, um aplauso dali. Eu acho que isso é normal. O Dois de Julho é maior do que tudo isso, ainda mais neste ano, quando passou a ter uma referência nacional com a sanção do presidente Lula que tornou Salvador a capital simbólica do Brasil na data”, disse. 

“Guerra política é guerra política. São as torcidas organizadas que vão para o campo, uma xinga daqui, outra xinga de lá. Eu prefiro preservar o Dois de Julho, mas considero isso algo normal em todo ano eleitoral”, concluiu.

Fonte: bahia.ba

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