Durante a plenária do Programa de Governo Participativo (PGP) do Médio Sudoeste, realizada neste domingo (14), em Itapetinga, o ex-ministro da Casa Civil, Rui Costa, defendeu a atuação do governo federal junto aos municípios e fez críticas às gestões que sucederam o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.
Ao discursar para prefeitos, lideranças políticas e apoiadores, Rui afirmou que os municípios ficaram sem espaço de diálogo com o governo federal após a saída de Dilma, em 2016. Segundo ele, a situação mudou com o retorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Palácio do Planalto.
“Aqui tem prefeitos e prefeitas, tiraram a Dilma do governo em 2016, e eu pergunto aos prefeitos e ex-prefeitos que estão aqui, depois de que tiraram a Dilma, quantas vezes o presidente da República, o governo federal, chamou, convidou um prefeito e uma prefeita para assinar e inscrever uma creche, um posto de saúde, um hospital, obra nenhuma, nada”, declarou.
Na sequência, Rui Costa afirmou que a retomada do diálogo com estados e municípios foi uma das prioridades do governo Lula desde o início do mandato.
“Lulinha senta na cadeira em 2023, qual é a primeira coisa que ele faz? Rui, você vai coordenar o programa de governo. Eu quero que você monte um PAC. Ofereça 2.600 unidades de saúde para os prefeitos do Brasil. Ofereça 1.600 creches para os prefeitos do Brasil. Ofereça policlínicas, hospitais, para os governadores construírem, independente de filiação partidária ou de relação ideológica. Essa é a diferença deles para nós”, afirmou.
Fonte: bahia.ba



