O investigador da Polícia Civil da Bahia (IPC-BA) Douglas Pithon apontou a falta de efetivo e de investimentos como um dos principais fatores que permitem a entrada de armas e drogas pelas fronteiras brasileiras. A declaração foi feita durante o Politiquestion, podcast do site, nesta segunda-feira (8).
Segundo o policial, as falhas no controle fronteiriço resultam de ações insuficientes por parte dos governos. “O Exército não tem efetivo para dar conta. Falta investimentos e falta vontade de investir forte para proteção das fronteiras. Grande parte desse armamento ilegal é contrabandeada por essas rotas internacionais”, afirmou.
Pithon destacou ainda que, além do contrabando, o país já registra fabricação interna de armamentos ilegais. “Eu já vi fuzil fabricado no quintal de casa. Além disso, já houve casos de armas sendo produzidas em média escala em São Paulo”, completou.
Fonte: bahia.ba



