O prefeito Bruno Reis (União Brasil) voltou a criticar a gestão do PT na Bahia e a projetar o cenário para as eleições de 2026. Ontem (10), durante entrevista coletiva no evento de atualização da regulamentação dos mototaxistas e entrega de novos kits aos profissionais, o gestor disse acreditar que o eleitorado baiano não repetirá a escolha feita no último pleito. “O povo da Bahia, eu tenho certeza, não será enganado duas vezes. A gente só cai no golpe uma vez, e já fomos enganados na vez passada com o golpe que está aí, eles se esconderam atrás de um número, atrás de um partido, e está aí as consequências para a Bahia”, afirmou.
Bruno também foi questionado sobre o impacto das articulações nacionais, como a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à presidência da República, no pleito estadual. O prefeito voltou a criticar a dependência que, segundo ele, o governo baiano mantém da esfera federal. “Eles [do PT] estão acostumados, nesses últimos 20 anos, a viverem na dependência do governo Federal, e a grande demonstração está nos números, porque, se para ser um bom governador o requisito fundamental fosse ter um presidente aliado, o Estado não teria pegado nesses últimos 20 anos mais de R$ 35 bilhões em financiamento”, cutucou.
Ao citar Salvador, Bruno destacou que a gestão municipal avançou mesmo sem apoio direto do governo federal ou estadual. “Talvez aqui em Salvador seja um grande exemplo: está aqui a minha gestão e a gestão de [ACM] Neto. Nós em nenhum momento, e eu sou prefeito há 5 anos, não tive presidente aliado, não tive governador aliado, governei com dois presidentes, governei com dois governadores, e está aí a cidade. Por quê? Porque o prefeito faz a sua parte”, respondeu.
“A gente caminha com as próprias pernas, a gente procura o governo do Estado, procuramos o presidente da República, mas a gente não fica esperando eles para resolverem os nossos problemas”, acrescentou o atual gestor da capital baiana.
Bruno também comentou o processo de formação da chapa majoritária da oposição para 2026 e afirmou que as discussões só devem avançar após a definição do cenário nacional. Segundo ele, o alinhamento das oposições no país, incluindo a escolha de um candidato à presidência – possibilidade que envolve nomes como o de Ronaldo Caiado (União Brasil) – vai influenciar diretamente a composição na Bahia.
“Nós vamos aguardar o arranjo e a composição de como as oposições vão se comportar no campo nacional. Qual é a estratégia? É ter um único candidato? Aí isso impacta aqui. Por exemplo, se o candidato presidente for de um partido que nós formos apoiar, esse partido em tese já está contemplado na chapa majoritária”, afirmou.
O prefeito disse que o debate deve ganhar força após o Carnaval. “O nosso desejo é só começar essa discussão a partir dessa definição, que eu creio que não passa de fevereiro”, afirmou. “Tem muita água para passar por debaixo dessa ponte. Nós não temos pressa”, completou.
Fonte: Tribuna da Bahia




Bruno Reis roubando Salvador, dando de santo kkkkkk vendo as árias verdes para amigos dele . Fica dando se menino legal